segunda-feira, 30 de novembro de 2015

5th Viagem aos Turkanas e ao Campo de refugiado de Kakuma.



Nossa quinta viagem a região chamada "terra dos Turkanas", começa no dia 21 de novembro de 2015, sai de Nairobi junto com uma equipe que veio do Brasil ( Prs. Edson e Vanilda e seu filho Ramon, Pr. Vaderlucio, Altair e Daniel) 

Nosso alvo era de visitarmos 3 vilas, das 9 que apoiamos e participar do 1 conferência de viúvas realizado em Kakuma.

    No domingo participamos de um culto na Igreja do Pr. Francis, na cidade (Lodwar) que temos como base de apoio, após o culto saímos para comprar os alimentos para levarmos na primeira vila a ser visitada. A comida básica deles é o milho branco onde eles pilam e fazem uma polenta chamada Ugali, compramos também feijão, açúcar, sal. Em todas as vilas que fomos levamos alimentos para podermos distribuir, como sempre é uma ajuda sempre bem vinda, pelo menos por um tempo eles terão o básico em suas casas para poder alimentar melhor seus filhos.



    Momento da distribuição de alimentos nas vilas. Um momento de muita alegria para nós principalmente, por termos o privilégio de abençoar esse povo.

Agradecemos a todas as pessoas que de alguma forma contribuíram para que esse alimento chegasse nessas vilas. O bom a saber que não é uma pessoa fazendo, mais a igreja do Senhor em toda terra se mobilizando a ajudando.

Deixamos Lodwar com a promessa de voltarmos em breve, e muito em breve construir um local onde nossos irmãos possam celebrar ao Senhor Jesus ou Yesu na língua Turkana, pois o ambiente é muito agressivo, o calor do sol, o vento que trás a areia do deserto que fere os olhos. Então voltamos com esse novo desafio de no próximo ano dar inicio as construções das igrejas aqui no deserto, cada igreja fica em torno de 6,893,00 reias. É uma construção simples com uma medida de 7x15

    Essa é um modelo de uma igreja aqui no deserto, desejamos dar uma melhorada, pelo fato do calor.


Caso você deseje ajudar com esses projetos, entre em contato conosco pelo e-mail:






quarta-feira, 29 de abril de 2015

4th Viagem a região dos Turkanas.

Viagem aos Turkanas.
 Abril 2015 

Essa é nossa 4th viagem a região dos Turkanas. Muitas coisas diferentes e surpreendentes aconteceram. O Senhor, ele programa todas as coisas, graças a Deus por isso. Sabia que algo novo iria acontecer. 
A Região dos Turkanas se encontra numa região semidesértica, onde a maior necessidade de todas as vilas é a falta de água, consequentemente, dificuldade para plantio, para criação de animais, levando a população dessas vilas a sobreviver com muitas e extremas dificuldades. Porém existe um Deus, que eles dizem que é o Deus dos brancos (muzungusig, homem branco em Swailli, língua local), e nas vilas onde ajudamos eles já falam que o Deus dos muzugus é bom, porque Ele nos trouxe para ajuda-los. Sempre quando vamos visitar uma dessas vilas que ao todo somam 6 vilas que ajudamos, compramos alimentos básicos e/ou água, para vilas que ainda não tem poço perfurado. 
Nessa viagem uma das coisas que mais me impressionou foi nossa chegada na vila Kaikol, onde iremos perfurar o poço em Nome de Jesus esse ano ainda. Levamos um carro com alimentos para distribuir nessa vila, e como sempre eles estavam alegres em nos receber, ao chegar próximo do local de reunião da igreja que fica em baixo de uma arvore, algumas gotas de água caiam do céu no para-brisa do carro, algo que não é comum nas vilas, chuvaaaaaa, não me contive de alegria de ver o povo dançando de alegria pela nossa presença, pelos alimentos que estavam chegando e pela chuva no deserto, esse Deus é Espetacular, não existe                                                                                    Distribuição de alimentos numa das vilas
outro igual. Depois de muita festa fomos ouvir os testemunhos da vida deles. 

Partindo dessa vila, fomos visitar uma nova vila que esta sendo evangelizada, da mesma forma a recepção dos Turkanas nos surpreende, sempre muito alegres e curiosos com os visitantes, eles dizem que nós não temos pele, rsrsrs, pela nossa cor mais clara. Pudemos pregar a Palavra entre eles e da mesma forma distribuímos alimentos ( açúcar, feijão, milho, sal, e chá) pela escassez a comida se torna muito cara impossível deles comprar para o seu consumo diário, algumas das crianças nunca tinham comido feijão. Isso me choca. Depois das distribuição mais uma cena me chama a atenção, um casal colhendo os grãos que ficaram na areia. Como é diferente de nossa realidade de abundancia e desperdício.  


kakuma 

Depois desse dia fomos visitar uma igreja que apoiamos no campo de refugiado de Kakuma, extremo norte da região dos Turkanas 97 km da divisa com o Sudão do sul. O nome Kakuma sig, Terra de ninguém. Onde vivem milhares de pessoa que fugirão da guerra, da fome em seus países e se refugiaram em Kakuma, onde o crime, as drogas a total falta de ordem é normal para os que vivem nesse local, aqui temos uma igreja, cujo pastor Jean coordena um bom trabalho, nessa igreja podemos encontrar pessoas de 6 nacionalidades vizinhas ao kenya, ajudamos uma obreira,  Esther que tem o trabalho de visita a viúvas, ela também é viúva e coordena esse trabalho de visita, aconselhando, orando e na medida do possível ajudando com algo, como um roupa, comida, etc.  
Nossa intenção era de ficar lá dentro do campo 2 dias, mais fomos orientados pelo pastor que seria muito perigoso devido a recente ter ocorrido distúrbios entre alguns grupos, por isso ficamos com eles o dia, almoçamos juntos, conversamos, ministramos na igreja. A Igreja esta sendo reformada pois o numero de pessoas alcançadas tem aumentado, porém ele precisa de recursos para ampliar o prédio de reunião, também os materiais de construção para a sua realidade são caros. Esse foi o único pedido dele pra nós, nos ajude com essa reforma. 
                                                                                  Eu e o Pr. Jean líder de uma Ig. em Kakuma

Um dos nossos sonhos de fazer um seminário em  kakuma esta sendo programado para o mês de setembro ou outubro, duas reuniões estão sendo programadas uma com líderes e outra com as viúvas, será o inicio de um novo caminha entre a Igreja de Kakuma e a MCM e igrejas brasileiras. Tivemos um tempo de excelente comunhão com os pastores.



Reunião com a ministra de desenvolvimento e o hospital de Lodwar 

Seguindo a orientação de Deus, fui visitar o hospital de Lodwar, um hospital simples que no seu total esforço tenta amenizar o sofrimento de população. Falei com o diretor do Hospital Dr. Haram, que me recebeu muito bem, ele nos falou das necessidades que são muitas, como: falta de médicos, para atender nas vilas, onde a principal carência é de pediatras e ortopedistas e dentistas. Prontamente nos falou que seria bom poder receber médicos aqui pra ajudar, firmamos assim uma aliança que futuramente pode dar seus frutos. 
Logo após fui me encontrar com a ministra de desenvolvimento de Lodwar, onde da mesma forma fomos bem recebidos, explicamos quem somos e o que desejamos fazer pelo povo dela. Ela ficou muito feliz e nos apresentou dois projetos que o governo pretende implementar ainda esse ano, um programa de conscientização e pratica de reflorestamento, é comum vermos pessoas cortando árvores pra fazer carvão e vender na beira da estrada isso ao longo dos anos tem sido um grande problema, pois não havia nenhum programa sobre o impacto da devastação entre o povo Turkana. Outro projeto do governo é a 
                                                                                  Povo Turkana.

iluminação solar para as escola das vilas, onde os adultos poderão estudar, esse projeto já esta em fase final de planejamento, para começar a ser executado em outubro desse ano. A ministra ficou muito grata pelo nosso interesse em saber das necessidades do seu povo e nos pediu pra juntar-se ao ministério do desenvolvimento para podermos ajuda-los a alcançar seus objetivos. Essa é uma porta importante para nós, porque através do governo teremos acesso a outras regiões que não conhecemos, lógico que falei de junto podermos levar missionários nessas vilas para falar do amor de Deus e ela sem nenhuma restrição falou que tem seu total apoio. 

Encontro com nossos pastores Turkanas. 
Esse tempo aqui foi um tempo de relacionamento com os pastores locais, os quais apoiamos. Uma das coisas mais importante no trabalho de missões é o relacinamento com os obreiros nativos, tive tempo de qualidade com cada um dos pastores, pudemos conversar, sobre várias coisas. Eles puderam falar o seu ponto de vista sobre o trabalho, seus projetos, seus sonhos, cremos que avançamos aqui com esse tempo de relacionamento e na próxima viagem essas reuniões pessoais já estão marcadas. 

Creio que Deus tem algo muito grande pra essa região que tem sofrido tanto com a fome e a sede. 

Prs. Beethoven e Gláucia Moura / MCM Povos.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Viagem à Somália


Hoje a Somália é o segundo país no ranking de perseguição aos cristãos, isso devido ao regime estabelecido dentro do país, conhecido como “sharia”, lei islâmica altamente radical. Nessa condição, pregar o Evangelho para alguém dentro do país é um risco real de morte, e o simples fato de ir para lá, já é uma situação delicada, pois todos os estrangeiros são possíveis alvos de sequestro.

Exatamente no momento em que escrevo, um jornalista chamado Michael Scott Moore foi liberto do cativeiro em que esteve por três anos. Houve, em virtude disso, uma forte discussão entre duas facções por causa do valor recebido pelo sequestro, culminando com a morte de cinco pessoas (informação divulgada pela BBC Africa 27/09/2014).
A realidade estabelecida é de terror. Dentro da África a Somália é o país mais odiado pelos africanos, seu próprio nome é sinônimo de terrorismo, violência e da temida Al-Shabaab. Só uma direção vinda de Deus nos capacita para entrar em um país nessas condições. Mas sabemos que quando Ele ordena, as bênçãos são sem medida.

Protegidos pelo Senhor

Experimentamos isso na última viagem que eu o Pr. José fizemos. Minha esposa, Pra. Glaucia, apesar da apreensão natural, ficou em casa confiante no poder da oração e na fidelidade de Deus. Em alguns momentos sabíamos que estávamos em risco, pois percebíamos uma grande preocupação, mesmo por parte dos próprios soldados que foram destacados para fazer nossa segurança 24 horas durante os dias que estivemos lá.
Existe uma lei na cidade de Mogadíscio, em que estrangeiros não podem andar nas ruas da cidade. Por essa razão ficávamos confinados em casa sem poder sair, apesar de a rua estar toda fechada com grandes blocos de concreto e guaritas. Para nossa segurança sempre tínhamos que sair em dois carros, com vidros fechados e com os soldados bem armados nos escoltando. Essa é a exigência do governo e do próprio contato que temos lá, o Sr. Rashid o qual também é nosso parceiro junto a sua organização, a “Soford”.
Testemunhando Jesus
Um dos momentos que mais me marcou, foi em uma noite, enquanto estava na companhia do filho do Sr. Rashid e outro adolescente, e ele me perguntou se eu era mulçumano. Eu olhando para ele respondi negativamente e disse que era cristão. Até que ele me preguntou: Por que você não é muçulmano? Disse a ele que no Brasil, nós temos a liberdade de escolha e que escolhi seguir Jesus, por amor. Ele ficou sem palavras e com uma grande exclamação e interrogação no rosto, falou o seguinte: Isso é verdade? As pessoas lá podem escolher? E ficou em silêncio. Imagino o Espírito Santo falando no seu coração sobre: escolha, amor e Jesus. A semente foi lançada.


“Mas Deus escolheu as coisas loucas do mundo” I Co 1.27

Destribuição de 10 toneladas de alimento para familias necessitadas.

Hoje, na Somália estamos em atividade total junto ao governo. A World Mobilization Somalia, está habilitada para exercer todas as atividades de uma Organização Internacional e temos um escritório alugado e uma secretária, que na infinita e abençoada “loucura” de Deus foi colocada em nosso caminho, nos mostrando como Ele usa as coisas loucas desse mundo para confundir as sábias.
Nossa secretária se chama Samia e é muçulmana, mas que tem o coração diferente, que ama o seu povo e sofre com a atual situação que vivem. Um momento muito forte em que vimos o amor dela
foi quando estávamos visitando um campo de refugiados somalis que vieram fugidos da guerra. Ela, com lágrimas, olhou para nós e disse: “Esse é meu povo, que não tem comida, água e nem escola. Qual será o futuro deles?” Deu uma pausa e perguntou: “Vocês vão ajuda-los, não vão?.”
Sabemos que essas palavras não saíram somente da boca daquela mulher, mas, do coração do próprio Deus. Vimos que Deus tinha nos dado a pessoa certa. E nem precisamos falar que nós dois saímos de lá chorando. Deus inundou nosso coração de um amor tão grande por aquele povo, que se fosse para morrermos ali por eles, tenho certeza que faríamos isso.

Campo de Refugiados


Nada se compara ao que senti quando entrei nesse campo e pude abraças essas crianças.
Não tenho como descrever esse sentimento de Amor, Dor, Alegria e Tristeza.

Não tem como explicar.

Com as ofertas que a igreja brasileira tem investido nesse Programa, pudemos comprar 10 toneladas de alimentos para serem distribuídos dentre algumas famílias desse campo de refugiados que fomos visitar. Parece muito, mas em meio à miséria extrema é quase nada. Assim o sentimento de alegria se mistura com o sentimento de impotência diante de tanta necessidade, e mais uma vez choramos.
Esse momento foi de gratidão a Deus por cada pessoa que ouviu a voz do Senhor dizendo: “Passa à Somália e ajuda-nos”. Muitas pessoas aqui da Somália serão gratos e se lembrarão desse dia onde o Brasil abençoou suas famílias, com o que no momento eles mais precisam: comida. Por pelo menos alguns dias aquelas pessoas terão algo com o que se alimentar.





O desafio do hospital

O Hospital Madina é outra frente que temos assumido, buscando ajudar da melhor forma possível. É nesse hospital público que a maior parte da população é atendida. Os médicos e enfermeiros que ali trabalham são verdadeiros heróis, atendendo tanta gente dispondo de condições tão precárias. Seus salários não são pagos pelo governo, mas pela Cruz Vermelha, pois a economia da nação está em frangalhos. As pessoas aqui tentam sobreviver e, cada dia com vida é uma vitória.
O contêiner com os equipamentos vindo da Alemanha teve que esperar um pouco em um porto próximo, por causa do perigo no mar da Somália, onde há forte atividade por parte de piratas, que roubam os navios e sequestram capitães e tripulantes. O navio com nossas doações está aguardando liberação pra poder navegar em direção ao porto de Mogadíscio, e em Nome de Jesus estarei lá pra recebê-lo.
Eu e minha família (Glaucia, Israel, Samuel e o próximo que está vindo ai) agradecemos ao Pr. José Rodrigues por nos permitir participar de um momento tão importante na vida do povo somali. Nós e você podemos mudar a história dessa nação com as nossas intercessões e com nossas ofertas.


Pr. Beethoven Moura e Pra. Gláucia (moram atualemente na cidade de Nairobi)
Programa - Percorre a Terra.
Coordenam a WM - Kenya. (braço humanitário da MCM nas nações.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

kakuma - Campo de refugiado

Kakuma
 
O significado do nome já fala a realidade desse lugar. (sig. lugar nenhum)



Da cidade de Lodwar que é nosso ponte de partida, percorre-se cerca de 130km, mais a estrada não ajuda para chegarmos no tempo que seria normal, leva-se 5 a 6 horas, devido a condição da estrada, em muitos momentos o carro tem que sair da estrada e invadir o deserto pois se torna melhor dirigir fora da estrada do que nela.

Kakuma é um campo de refugiado que fica no Kenya, perto da fronteira com o Sudão do Sul

A primeira impressão é que estamos num grande deposito de gente.

Depois andando um pouco mais por dentro do campo, e conhecendo toda estrutura do campo, TEMOS A ABSOLUTA CERTEZA QUE SE TRATA DE UM DEPOSITO.

Dentro desse local que não posso chamar de cidade, temos 2 pastores e um irmã que cuida de outras mulheres dentro do campo.
Não temos muitas fotos, pois é extremamente proibido tirar foto dentro do campo.
Mais na reunião que tivemos com esses irmãos pudemos registar algumas cenas.

FOTO(Pr. David, Pr.Beethoven, Pra. Gláucia, Ester, Pr. Jean, a pequena Mary e Rose)


 
Nas poucas horas que estivemos dentro do campo, sentimos o peso espiritual, não tem como imaginarmos o que seria morar naquele local.
 
Por isso nossa obrigação de ajudarmos quem já esta lá e plantar o Reino de Deus no coração dos... Somalis, Etiopes, Ugandenses, Sudaneses, e muitos outros povos que se escondem e tentam sobreviver.
 
 
Se deseja ajudar entre em contato conosco, via e-mail.
 
Nairóbi Kenya.
 
Programa Percorre a Terra.
MCM POVOS. setor TRIBOS.
 



 

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Fome e morte entre os Turkanas
 
 

Amados irmãos,

Tivemos nesta semana a informação de que duas irmãs (mãe e filha) Turkanas morreram de fome. Elas pertenciam a uma de nossas igrejas nesta tribo no norte do Kênia. E existem mais irmãos nossos correndo risco de vida por essa mesma situação.
A fome nas tribos tem aumentado muito devido a grande estiagem nesses últimos anos. Entre 2012 e 2013 choveu apenas 2 ou 3 vezes, e é uma chuva de 1 hora, nos anos anteriores a 2012 chovia apenas uma vez por ano com um tempo de duração de 1 hora.
Um dos nossos alvos de oração por esse povo e por essa região é que o Senhor derrame chuva abundante no deserto do Kênia.
Já providenciamos para que um caminhão de alimentos seja enviado imediatamente para eles, cada caminhão de alimentos nos custará cerca de 5 mil reais. E sustentará 5 tribos por um período máximo de 15 dias.
Vidas valem mais que coisas!
 
Precisamos com urgência da sua ajuda para que fatos tão graves como esse não aconteçam com nossos irmãos. A fome entre os Turkanas é crônica e muitas vezes os pais deixam de comer para não verem seus filhos morrerem de fome, penso que foi algo assim que aconteceu.
Precisamos de sua ajuda e socorro urgente. Veja o que você pode fazer, esteja em oração pelos nossos irmãos Turkanas e deposite uma oferta para eles na conta abaixo.
O Pr Beethoven e a Pra Glaucia irão se mudar para o Kênia e assumirão a coordenação da regional da MCM naquela região, norte da África; estarão indo no dia 12 de março próximo, para o Kênia, e assim poderemos dar assistência mais de perto aos nossos irmãos Turkanas.

Por favor estejam orando pela ida deles.

Entre em contato conosco pelo telefone 4003-4649 - ramal 108, você pagará apenas uma ligação local, e esteja mais bem informado sobre nosso trabalho com esta tribo no norte do Kênia, pelo e-mail: mcmtribos@mcmpovos.com

Conta: Bradesco
Agência: 1633
Conta Corrente: 21230-0
Missão Cristã Mundial
CNPJ: 01.437.718/0001-02

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Tribo Turkana - deserto do Kenya
 
A MCM juntamente com algumas igrejas brasileiras estão mudando a vida de centenas de pessoas que moram no deserto do Kenya - Essa é uma das tribos Turkanas.
 
Existem aproximadamente mais de 5.000 pessoas que moram no deserto onde não havia água potável, e a necessidade de água os levava a andar mais de 70Km para obtê-la , a qual era impropria para o consumo e por isso muitos acabavam morrendo.
Mais a compaixão levou algumas igrejas juntamente conosco da MCM a começar a perfurar poços no deserto isso tem transformado a realidade desse povo. Com esse testemunho de compaixão, Jesus tem se tornado conhecido no meio desse povo.
 
Hoje temos 5 igrejas com pastores nativos e já batizamos 40 turkans e temos ajudado jovens a ir a escola.
 
Já temos 3 poços perfurados e em pleno funcionamento, nosso desafio continua, faltam ainda mais 5 poços para serem perfurados para que o povo Trukana possa ter direito a água, que é uma necessidade básica de todo ser humano.
 
 
AGORA É A SUA VEZ DE FAZER PARTE DESSA HISTÓRIA.
 
SAIBA COMO FAZER PARTE DE ALGO TÃO MARAVILHOSO.

CONTATO: keniamcm1@gmail.com

Missionários: Beethoven e Gláucia Moura.



quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Etnia em conflito.

Ao menos quatro pessoas foram mortas e outras 25 ficaram feridas após uma explosão dentro de uma van de passageiros na capital do Quênia, informou a polícia local. O ataque ocorre após um grupo invadir, em setembro, e matar 67 pessoas no shopping center Westgate Mall, também na capital do País.

A explosão ocorreu quando o miniônibus viajava do bairro Eastleigh para o centro da cidade, disse Benson Kibue, oficial da polícia de Nairóbi. Investigadores acreditam que uma bomba caseira causou a explosão.

O bairro de Eastleigh é conhecido pela grande população da etnia Somalis. Um oficial próximo às investigações sobre o ataque ao Westgate Mall confirmou, no mês passado, que quatro dos terroristas eram da etnia somali e que passaram um tempo em Eastleigh. O oficial confirmou que os atiradores chegaram ao Quênia em junho.

O Quênia tem sido vítima de múltiplos ataques terroristas desde quando enviou militares para a Somália em 2011, para lutar contra o grupo extremista al-Shabab